Imersão num atelier de confeção francês
São 8 horas. No atelier, o zumbido das máquinas de costura já começou. Nas bancadas, peças de tecido cuidadosamente empilhadas aguardam ser montadas. Aqui fabricam-se casacos. Não casacos produzidos em série do outro lado do mundo, mas peças únicas ou em séries muito pequenas, feitas para durar anos.
Na Coulange 1918, cada casaco é fruto de uma cadeia humana em que cada gesto conta. São necessárias, em média, oito horas de trabalho para montar um trench coat: corte do tecido, montagem das mangas, colocação do forro, acabamentos. Oito horas durante as quais a atenção do atelier nunca se afasta da peça.
A seleção de matérias francesas: a escolha da exigência
A lã e o algodão
Tudo começa pela matéria. Para um casaco Coulange 1918, o algodão e a lã são selecionados junto de fornecedores franceses e europeus capazes de assegurar uma rastreabilidade completa. A gabardina de algodão utilizada nos trench provém de tecelagens históricas que dominam esta arte há gerações.
Esta exigência na seleção não é apenas uma questão de imagem: um belo tecido corta-se melhor, cose-se melhor, veste melhor. Cai na perfeição. Envelhece com graça em vez de se deformar.
Os botões e acessórios
Os botões são em corno verdadeiro, escolhidos pela sua autenticidade. As fivelas do cinto são recortadas em latão maciço. Cada acessório é escolhido pela sua qualidade intrínseca, não pelo seu custo unitário. Num casaco fabricado em França, o diabo está nos pormenores — mas é isso que faz a diferença.
Os gestos do atelier: um património vivo
O corte
O cortador dispõe os moldes sobre o tecido com uma precisão milimétrica. Otimiza a colocação para minimizar os desperdícios. Num tecido aos quadrados ou às riscas, assegura-se de que os padrões coincidem nas costuras: é o chamado «casamento» dos padrões. Um pormenor invisível para o leigo, mas que denuncia de imediato um trabalho descuidado quando está ausente.
A montagem
A costureira de confeção monta as peças uma a uma. As costuras são duplas, por vezes triplas nos pontos de tensão. Cada bolso é reforçado. Cada casa de botão é travada — um ponto de remate que impede o rasgão. Estes gestos, transmitidos de geração em geração, são o coração pulsante da fabricação francesa.
Os acabamentos
Depois de montado o casaco, chega a fase dos acabamentos. As bainhas são feitas com cuidado para um caimento perfeito. A gola é moldada a ferro para acompanhar a nuca. O forro é fixado com pontos invisíveis. Cada casaco é inspecionado, controlado e passado a ferro antes de receber a sua etiqueta.
Porque é que o fabrico francês muda tudo
Um casaco fabricado em França não é apenas uma peça de roupa. É um objeto que transporta horas de trabalho, décadas de savoir-faire e uma promessa de longevidade. Onde um casaco de fast fashion dura duas estações, um casaco bem construído atravessa os anos.
Ao escolher um casaco de fabrico francês, está também a apoiar um ecossistema de ateliers, fornecedores e subcontratados que mantêm viva uma tradição têxtil francesa. É um ato de consumo com sentido, para além da simples aquisição de uma peça.
Descubra a excelência Coulange 1918
A nossa coleção de casacos de homem e a nossa coleção de casacos de senhora refletem este compromisso. Cada peça é fabricada em França, no respeito pelas tradições e pelas pessoas que as perpetuam.
Para saber mais sobre os nossos compromissos, visite a nossa página de savoir-faire Coulange 1918.



